quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Carta de paz

São Bernardo do Campo, 24 de outubro de 2013.
Olá,
Não te conheço, não sei seu nome, sua idade e sua localidade, mas sei que com certeza sonha com um mundo melhor, onde haja paz entre os povos.
Mas, será que contribuímos para que isso aconteça? Com palavras apenas? Cadê as atitudes? Até quando a falta de interesse vai falar mais alto que a força de vontade? Com certeza até o momento em que nossa paz for violentada, afinal as pessoas só tomam alguma iniciativa quando mexem com sua vida.
Você sabe o que se deve fazer para que esse desejo mundial se torne realidade? Que tal começarmos por coisas pequenas, afinal pequenas atitudes se tem grandes resultados. Respeitar os patrimônios públicos, as diferenças do próximo e cuidar da própria vida, seria um bom começo, não acha? São coisas tão simples, onde as pessoas encontram dificuldade e criam desculpas para deixarem de tentarem, e assim corrermos um risco de um dia não ter paz, um sinônimo de respeito e liberdade que devemos agradecer, por ter o privilegio de obter.

Abraço da
Giovanna Pereira, 

Uma pequena cidadã do mundo querendo garantir um futuro melhor.                                                                                                                                  

Literatura em Vídeo: Felicidade Clandestina



O trabalho foi solicitado pela professora Ilvanita e professor Edson. Com o objetivo de em um vídeo, relatarmos um conto, como estudado em classe.
Meu grupo, composto por mais três integrantes, Kaique Galindo, Leonardo Danzieri  e Vitória Cereja escolhemos ‘’ Felicidade Clandestina’’ de Clarice Lispector.
Basicamente o conto fala sobre uma garota apaixonada por livros, que tinha uma colega na escola, filha do dono de uma livraria, mas infelizmente a garota era egoísta e malvada.
A colega disse que iria emprestar o livro ‘’ A reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato, e que era apenas preciso ela passar em sua casa.
Todos os dias a garota ia até a casa da colega, mas ele sempre tinha um desculpa, e o livro nunca era emprestado. Uma delas era ‘’ Já emprestei o livro para outra pessoa, volte amanhã novamente. ’’
A esposa do dono da livraria estranhou a ida da garota todos os dias em sua casa, então perguntou o que estava acontecendo. Após saber o motivo ela disse que a garota havia mentido e que o livro nunca tinha saído de sua casa.
Diferente da menina egoísta, a mulher emprestou o livro para a garota e disse que poderia ficar com o livro o tempo que precisasse.
A garota ficou extremamente feliz, olhava o livro por horas e horas, li algumas páginas e depois parava. A partir do momento em que pegou o livro dizia que ‘’ não era uma menina com livro e sim uma mulher com diamante. ’’

Leia o conto completo aqui. 

Biografia de Cecília Meireles




Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:
 (...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade. (...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano." (...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."


"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.



Poesias de Cecília Meireles

Não digas

Não digas: “O mundo é belo” 
Quando foi que viste o mundo? 

Não digas: “O amor é triste”. 
Que é que tu conheces do amor? 

Não dias: “A vida é rápida”. 
Como foi que mediste a vida? 

Não digas: “Eu sofro”. 
Que é que dentro de ti és tu? 

Que foi que te ensinaram 
Que era sofrer? 

Recomendo essa poesia,pelo fator dela ser bonita e fazer você refletir como está olhando para o mundo.

Não seja o de hoje

Não sejas o de hoje. 
Não suspires por ontens... 
Não queiras ser o de amanhã. 
Faze-te sem limites no tempo. 
Vê a tua vida em todas as origens. 
Em todas as existências. 
Em todas as mortes. 
E sabe que serás assim para sempre. 
Não queiras marcar a tua passagem. 
Ela prossegue: 
É a passagem que se continua. 
É a tua eternidade... 
É a eternidade. 
És tu.

Recomendo a leitura dessa poesia, pelo fato dela fazer o leitor refletir o modo em que está vivendo a vida.Se está preocupado com o passado, futuro ou se está vivendo o presente.

Biografia de Valérie Zenatti



Valérie Zenatti nasceu em Nice, em 1970, e, com a idade de treze nos se mudou para Israel, com a sua família. Quando fez 18 anos ela fez o serviço militar, que é exigido para homens e mulheres da mesma forma e logo depois retornou à França, lá trabalhou como vendedora, jornalista e professora de hebraico. Hoje, ele é uma autora, roteirista e tradutora. 
   
Seus livros para crianças e adultos jovens, em grande parte são inspirados por suas experiências pessoas, se preocupam tanto com as experiências das crianças e culturas juvenis, e a vida cotidiana de jovens em meio aos conflitos culturais, políticos e religiosos entre Gaza e Jerusalém. Um exemplo disso é "Quando eu era um soldado", que descreve seu próprio tempo no serviço militar. Um autor descreveu sua abordagem para escrever o livro em uma entrevista com o "É mim, mas não sou eu". Ela diz: "É a minha história, mas eu escrevi-o como um romance. Não é um livro de memórias exatas".
   
Embora haja uma notável ausência de discussão política neste romance para jovens adultos, seu segundo livro, "A garrafa no mar de Gaza", reflete sobre a política de Valérie Zenatti confronto em seus primeiros anos em Israel.

Síntese do livro'' Uma garrafa no mar de gaza.''



O livro relata a história de uma menina chamada Tal que era israelense e  morava em Tel Aviv, um dia resolveu escrever uma carta, porque perto da casa dela uma jovem morreu em um Cibercafé e estava a poucas horas de se casar, nessa carta estava escrito uma mensagem de paz, porque o país dela (Israel) estava em conflito com um ''país'' vizinho (Palestina), então pediu para o seu irmão que era enfermeiro militar colocar a mensagem que estava dentro de uma garrafa e jogar no mar de Gaza.
   Tempos depois um palestino chamado Naim encontrou essa carta na areia ele leu e respondeu para Tal sendo grosseiro com ela.   Eles conversam por vários meses. Um Tal sofreu um acidente causado pelo conflito, um ônibus tinha explodido perto de onde Tal estava, Naim fica muito preocupado com Tal, e percebe que esta se apaixonando por Tal, mas ele não quer que essa paixão exista, então cria uma imagem em que ela é feia, gorda e que nunca ia dar certo o namoro dos dois.   Quando Tal manda um e-mail para Naim ela diz que iria por uma foto para ele vê como ela é, quando ele vê a foto dela ele fica mais apaixonado por ela.   Um dia Naim escreve um e-mail para Tal dizendo que seria o último e-mail dele, ele diz que não é para ela responder, porque ele queria esquecer um pouco ela, e também fala que ele iria para o Canadá estudar e daqui 3 anos era para ela encontrar ele em frente uma fonte em Roma, e ele estaria segurando a garrafa com a mensagem de baixo do braço.

Recomendo o livro para todos, pelo motivo dele mostrar que mesmo em conflitos não devemos nunca perder as esperanças.E que podemos sim, apesar das diferenças ter contato um com os outros.

Crônica: A saudade



Será que eu deveria ter pedido para ele ficar? Mas, se foi da vontade dele, que culpa tenho eu? Acreditei no ditado que as pessoas dizem: ‘’ O que é seu volta’’, e agora estou aqui, sofrendo com sua falta, sem seu amor, sem teu carinho, sem o grande homem da minha vida.A saudade continua aqui, martelando dentro do meu peito.                                                                  
Como queria que fosse apenas preciso senti-la para ter aqui de volta, junto com meu sorriso e toda minha felicidade. Da janela, olhando para o caminho onde você se foi tento procurar algum meio de trazer de volta, mas sei que isso só ocorrerá se for da tua vontade, afinal não tenho muito que fazer, a não ser te esperar. Mas, enquanto isso, como eu fico? Qual sentido minha vida fica sem você ao meu lado? Deixei as coisas irem muito longe, quando te amei demais, valorizei demais, me iludi demais e decepcionei demais e agora sinto que sou dependente desse seu amor.                                                                                                                                                        
Penso muitas vezes em deixar de acreditar nesse amor, que a cada dia parece mais impossível e seguir meu rumo, mas sinto no meu coração que devo te esperar o tempo que for preciso, porque nenhuma espera é maior que a minha vontade de passar toda a eternidade ao teu lado. 

Giovanna Pereira

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Trabalho contra o bullying








Após a leitura do livro ‘’ Todos contra dante’’ de Luís Dill, as professoras Ilvanita e Sueli, solicitaram um trabalho em trio, realizando um marca página,uma tirinha, charge e campanha, com o objetivo de combater o bullying em todos os lugares.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Conflitos entre Israel x Palestina

Após a leitura do livro ''Uma garrafa no mar de gaza'', a professora Sueli, de história, solicitou uma pesquisa sobre os conflitos israelenses e palestinos para entendermos o assunto, que está relacionado ao livro.

Confira aqui a pesquisa.