quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Carta de paz

São Bernardo do Campo, 24 de outubro de 2013.
Olá,
Não te conheço, não sei seu nome, sua idade e sua localidade, mas sei que com certeza sonha com um mundo melhor, onde haja paz entre os povos.
Mas, será que contribuímos para que isso aconteça? Com palavras apenas? Cadê as atitudes? Até quando a falta de interesse vai falar mais alto que a força de vontade? Com certeza até o momento em que nossa paz for violentada, afinal as pessoas só tomam alguma iniciativa quando mexem com sua vida.
Você sabe o que se deve fazer para que esse desejo mundial se torne realidade? Que tal começarmos por coisas pequenas, afinal pequenas atitudes se tem grandes resultados. Respeitar os patrimônios públicos, as diferenças do próximo e cuidar da própria vida, seria um bom começo, não acha? São coisas tão simples, onde as pessoas encontram dificuldade e criam desculpas para deixarem de tentarem, e assim corrermos um risco de um dia não ter paz, um sinônimo de respeito e liberdade que devemos agradecer, por ter o privilegio de obter.

Abraço da
Giovanna Pereira, 

Uma pequena cidadã do mundo querendo garantir um futuro melhor.                                                                                                                                  

Literatura em Vídeo: Felicidade Clandestina



O trabalho foi solicitado pela professora Ilvanita e professor Edson. Com o objetivo de em um vídeo, relatarmos um conto, como estudado em classe.
Meu grupo, composto por mais três integrantes, Kaique Galindo, Leonardo Danzieri  e Vitória Cereja escolhemos ‘’ Felicidade Clandestina’’ de Clarice Lispector.
Basicamente o conto fala sobre uma garota apaixonada por livros, que tinha uma colega na escola, filha do dono de uma livraria, mas infelizmente a garota era egoísta e malvada.
A colega disse que iria emprestar o livro ‘’ A reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato, e que era apenas preciso ela passar em sua casa.
Todos os dias a garota ia até a casa da colega, mas ele sempre tinha um desculpa, e o livro nunca era emprestado. Uma delas era ‘’ Já emprestei o livro para outra pessoa, volte amanhã novamente. ’’
A esposa do dono da livraria estranhou a ida da garota todos os dias em sua casa, então perguntou o que estava acontecendo. Após saber o motivo ela disse que a garota havia mentido e que o livro nunca tinha saído de sua casa.
Diferente da menina egoísta, a mulher emprestou o livro para a garota e disse que poderia ficar com o livro o tempo que precisasse.
A garota ficou extremamente feliz, olhava o livro por horas e horas, li algumas páginas e depois parava. A partir do momento em que pegou o livro dizia que ‘’ não era uma menina com livro e sim uma mulher com diamante. ’’

Leia o conto completo aqui. 

Biografia de Cecília Meireles




Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:
 (...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade. (...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano." (...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."


"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.



Poesias de Cecília Meireles

Não digas

Não digas: “O mundo é belo” 
Quando foi que viste o mundo? 

Não digas: “O amor é triste”. 
Que é que tu conheces do amor? 

Não dias: “A vida é rápida”. 
Como foi que mediste a vida? 

Não digas: “Eu sofro”. 
Que é que dentro de ti és tu? 

Que foi que te ensinaram 
Que era sofrer? 

Recomendo essa poesia,pelo fator dela ser bonita e fazer você refletir como está olhando para o mundo.

Não seja o de hoje

Não sejas o de hoje. 
Não suspires por ontens... 
Não queiras ser o de amanhã. 
Faze-te sem limites no tempo. 
Vê a tua vida em todas as origens. 
Em todas as existências. 
Em todas as mortes. 
E sabe que serás assim para sempre. 
Não queiras marcar a tua passagem. 
Ela prossegue: 
É a passagem que se continua. 
É a tua eternidade... 
É a eternidade. 
És tu.

Recomendo a leitura dessa poesia, pelo fato dela fazer o leitor refletir o modo em que está vivendo a vida.Se está preocupado com o passado, futuro ou se está vivendo o presente.

Biografia de Valérie Zenatti



Valérie Zenatti nasceu em Nice, em 1970, e, com a idade de treze nos se mudou para Israel, com a sua família. Quando fez 18 anos ela fez o serviço militar, que é exigido para homens e mulheres da mesma forma e logo depois retornou à França, lá trabalhou como vendedora, jornalista e professora de hebraico. Hoje, ele é uma autora, roteirista e tradutora. 
   
Seus livros para crianças e adultos jovens, em grande parte são inspirados por suas experiências pessoas, se preocupam tanto com as experiências das crianças e culturas juvenis, e a vida cotidiana de jovens em meio aos conflitos culturais, políticos e religiosos entre Gaza e Jerusalém. Um exemplo disso é "Quando eu era um soldado", que descreve seu próprio tempo no serviço militar. Um autor descreveu sua abordagem para escrever o livro em uma entrevista com o "É mim, mas não sou eu". Ela diz: "É a minha história, mas eu escrevi-o como um romance. Não é um livro de memórias exatas".
   
Embora haja uma notável ausência de discussão política neste romance para jovens adultos, seu segundo livro, "A garrafa no mar de Gaza", reflete sobre a política de Valérie Zenatti confronto em seus primeiros anos em Israel.

Síntese do livro'' Uma garrafa no mar de gaza.''



O livro relata a história de uma menina chamada Tal que era israelense e  morava em Tel Aviv, um dia resolveu escrever uma carta, porque perto da casa dela uma jovem morreu em um Cibercafé e estava a poucas horas de se casar, nessa carta estava escrito uma mensagem de paz, porque o país dela (Israel) estava em conflito com um ''país'' vizinho (Palestina), então pediu para o seu irmão que era enfermeiro militar colocar a mensagem que estava dentro de uma garrafa e jogar no mar de Gaza.
   Tempos depois um palestino chamado Naim encontrou essa carta na areia ele leu e respondeu para Tal sendo grosseiro com ela.   Eles conversam por vários meses. Um Tal sofreu um acidente causado pelo conflito, um ônibus tinha explodido perto de onde Tal estava, Naim fica muito preocupado com Tal, e percebe que esta se apaixonando por Tal, mas ele não quer que essa paixão exista, então cria uma imagem em que ela é feia, gorda e que nunca ia dar certo o namoro dos dois.   Quando Tal manda um e-mail para Naim ela diz que iria por uma foto para ele vê como ela é, quando ele vê a foto dela ele fica mais apaixonado por ela.   Um dia Naim escreve um e-mail para Tal dizendo que seria o último e-mail dele, ele diz que não é para ela responder, porque ele queria esquecer um pouco ela, e também fala que ele iria para o Canadá estudar e daqui 3 anos era para ela encontrar ele em frente uma fonte em Roma, e ele estaria segurando a garrafa com a mensagem de baixo do braço.

Recomendo o livro para todos, pelo motivo dele mostrar que mesmo em conflitos não devemos nunca perder as esperanças.E que podemos sim, apesar das diferenças ter contato um com os outros.

Crônica: A saudade



Será que eu deveria ter pedido para ele ficar? Mas, se foi da vontade dele, que culpa tenho eu? Acreditei no ditado que as pessoas dizem: ‘’ O que é seu volta’’, e agora estou aqui, sofrendo com sua falta, sem seu amor, sem teu carinho, sem o grande homem da minha vida.A saudade continua aqui, martelando dentro do meu peito.                                                                  
Como queria que fosse apenas preciso senti-la para ter aqui de volta, junto com meu sorriso e toda minha felicidade. Da janela, olhando para o caminho onde você se foi tento procurar algum meio de trazer de volta, mas sei que isso só ocorrerá se for da tua vontade, afinal não tenho muito que fazer, a não ser te esperar. Mas, enquanto isso, como eu fico? Qual sentido minha vida fica sem você ao meu lado? Deixei as coisas irem muito longe, quando te amei demais, valorizei demais, me iludi demais e decepcionei demais e agora sinto que sou dependente desse seu amor.                                                                                                                                                        
Penso muitas vezes em deixar de acreditar nesse amor, que a cada dia parece mais impossível e seguir meu rumo, mas sinto no meu coração que devo te esperar o tempo que for preciso, porque nenhuma espera é maior que a minha vontade de passar toda a eternidade ao teu lado. 

Giovanna Pereira

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Trabalho contra o bullying








Após a leitura do livro ‘’ Todos contra dante’’ de Luís Dill, as professoras Ilvanita e Sueli, solicitaram um trabalho em trio, realizando um marca página,uma tirinha, charge e campanha, com o objetivo de combater o bullying em todos os lugares.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Conflitos entre Israel x Palestina

Após a leitura do livro ''Uma garrafa no mar de gaza'', a professora Sueli, de história, solicitou uma pesquisa sobre os conflitos israelenses e palestinos para entendermos o assunto, que está relacionado ao livro.

Confira aqui a pesquisa.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Cultura indígena

Índios do Brasil, quem são eles ?


Fonte do vídeo      

      Após o documentário passado pela professora de história, percebi que eu e milhares de outros brasileiros não conhecem os índios e os julgavam de maneira preconceituosa.
     
     Os índios estão espalhados pelo Brasil, mas nem todos dizem que realmente são dessa cultura. No vídeo mostra uma mulher negra que aparenta ser descendente de índio, mas nega, sendo que sua aparência não negava.

     A tecnologia no mundo avança a cada dia, e os índios têm o mesmo direito de usufruir dela. O motivo dela estar presente no dia-dia deles, não quer dizer que eles deixaram de serem índios, afinal índio é como qualquer outras pessoa.

      Um fato que me chamou a atenção foi uma entrevista com uma professora indígena. Ela disse que os índios podem sim ter uma linguagem culta e continuar preservando a sua linguagem e origem, provando para as outras pessoas que os índios sabem sim falar de maneira certa e educada.  

Trabalho com o livro '' Ekoaboka''- Soneto

A despedida 


A despedida é dor
Que deixa tristeza e amor
Não importa aonde você vai estar
Porque o amor nunca vai te deixar.

Quanto mais longe você estiver
Mais saudades haverá
E isso vai te infernizar.

Se cada vez mais você lembrar da paixão
Mais tristeza terá no seu coração
Que vai fazer você sofrer
E depois se arrepender.

E você não concertar esses sentimentos
Eles vão cortas seu coração
E nunca mais concertaram.

Esse soneto tem relação com o capitulo 6 do livro ''Ekoaboka'', quando Chantal e Catu se despedem no aeroporto.

Trabalho com o livro ''Ekoaboka''- Filme

Tainá 2 - A aventura continua.




Esse vídeo tem relação com o capítulo 6 do livro '' Ekoaboka'' quando os índios da aldeia Abakêbyra ajudam a família do Rio a descobrirem sobre a cultura indígena.

Trabalhando com o livro "Ekoaboka" - Música


Despedida-Roberto Carlos



Já está chegando a hora de ir
Venho aqui me despedir e dizer

Em qualquer lugar por onde eu andar
Vou lembrar de você
Só me resta agora dizer adeus
E depois o meu caminho seguir
O meu coração aqui vou deixar
Não ligue se acaso eu chorar
Mas agora adeus
Só me resta agora dizer adeus
E depois o meu caminho seguir
O meu coração aqui vou deixar
Não ligue se acaso eu chorar
mas agora, Adeus !! 



Essa música tem relação com o capitulo 6 do livro '' Ekoaboka'', quando a família do Rio se despede dos  índios da aldeia Abakêbyra.



quarta-feira, 1 de maio de 2013

Trabalhando com o livro "Ekoaboka" - Notícia.


Medicamento pode curar a malária

           Em experimentos com ratos, cientistas concluíram que o NITD609 age de modo diferente de outras drogas contra a malária, e que uma única dose oral basta para a cura.

                      
O medicamento chamado NITD609 pode ser a solução para a malária. A droga é da Novartis e foi capaz de eliminar a malária em ratos com uma única dose. Segundo cientistas, a descoberta é promissora para o futuro do tratamento. A malária é umas das doenças mais letais do mundo.

                      Em experimentos com ratos, os cientistas concluíram que o NITD609 age de modo diferente de outras drogas contra a malária, e que uma única dose oral basta para a cura.
                       Testes irão definir a viabilidade do uso em humanos. Se forem positivos, os teste clínicos em humanos poderão começar ao fim do ano. De acordo com a Organização Mundial da Saúde(OMS), há, anualmente, cerca de 243 milhões de casos de doenças, que é transmitida por um mosquito vetor.

                       Essa notícia esta relacionada com o capitulo 6 do livro ''Ekoaboka'', quando Léo e Babu encontram a cura da malária na flor marrom.

                      Fonte da noticia

terça-feira, 30 de abril de 2013

Carta de Chantal

Amazônia, 30 de abril de 2013.

Querida Milena,

Como está aí no Rio? Estou morrendo de saudades de você e toda a galera! Não aguento mais ficar aqui. Conto meses, dias, semanas, horas, minutos e segundos para voltar para o Rio.
Hoje finalmente aconteceu uma coisa muito boa. Conheci um gato, o cara mais lindo que eu já vi. Mas nunca pensei que iria conhecer um índio assim, no meio da mata.
No nosso primeiro contato ele foi tão fofo! Ele tirou meus óculos, passou sua mão sobre minha cabeça e foi deslizando sobre minha testa, olhos, nariz, boca, queixo e finalmente nos apresentamos.
Contei para ele que meu nome é francês, e que significa forte como uma pedra. E então ele me disse que na verdade ele era delicada como uma flor. Fina flor, itararé.
Ele me olha de um jeito amiga, que dói meus olhos, o olho dele parece penetrar a gente.
De repente o gato começou a me agredir com pedrinhas, acredita? Com raiva joguei nele uma pedra maior . Nadei até a canoa que ele estava, pensando que eu tinha machucado ele, e descubro que não era nada. Que raiva! Fez-me nadar atoa. E ainda me agarrou pela alça do sutiã do biquíni, me deixando de topless. Que vergonha!
Os garotos desse mundo são tudo igual mesmo! Independente da cultura. Estou chateada.
Mandarei outras cartas contando sobre as aventuras que estou passando aqui. Manda beijos para o pessoal aí. Amo vocês
Com amor,
Chantal

O beijo





Bem me quer, mal me quer ?
Será que ao final da contagem das pétalas
Vai dar bem me quer ?
Uma, duas três,não!Já contei aquela

Depois que arranquei a flor de Catu,resultou
Bem te quero, e então
O  beijo rolou

Não combinamos de nos encontrar
Mais quando o encontro acontecer
Vou querer beijar ele, sem duas vezes pensar
É o motivo que me deixar feliz em aqui alguns meses viver

Ninguém nunca me fez sentir assim
A felicidade em estar com Catu
Era tão grande que não cabia em mim

Resumo do livro: '' Ekoaboka''




O livro Ekoaboka relata a história de uma família que nas férias foram para a Amazônia. Léo um biólogo de 47 anos, leva sua família para passar com ele no barco-casa. Ele é pai de Alex, um garoto de 17 anos. Ele foi fruto de seu primeiro casamento, com uma sueca. Mariana,tem 42 anos, e é a atual esposa de Léo. Ela tem uma filha de outro casamento, a Chantal, uma garota de 14 anos. Txai, um garotinho de 05 anos é filho de Alex e Marina.  Babu,tem 53 anos, e é sozinho, então a família resolve adotar o amigo de Léo, que é companheiro do biólogo nas pesquisas contra a malária.
Os índios da aldeia abakêbyra foram os que ajudaram a família do Rio a aprenderem sobre a cultura indígena. Uma das coisas que eles ensinaram foi que a partir de cada canto de certo animais era determinada hora.
Chantal, a garota que estava odiando a viagem, passou a amar e aprender as coisas da floresta. Catu, um índio alto, moreno e lindo, foi o responsável por essa transformação. Eles se apaixonaram, e então faziam passeios juntos sempre que dava, e a partir desses passeios, Chantal aprendia sobre a floresta e a cultura dos Índios. E ao final das férias, Chantal ficou muito chateada por ter que deixar Catu, mas saiu com um olhar diferente sobre os índios, e com um aprendizado maior sobre eles.
Alex foi a pessoa que mais se interessou e identificou-se com os índios. Ele até participou de um ritual que os índios fazem quando os garotos deixam de ser meninos e viram homens. E para surpresa de todos, adiou sua volta para o Rio, e decidiu ficar mais tempo na aldeia.
Léo e Babu conseguiram juntas as pesquisas contra a malária. A cura estava na flor marrom que Chantal recebeu de Taciatã. Léo iria levar para uma análise geral, realizaria testes mais específicos. E Babu ficaria na Amazônia com Alex.
Marina tentava consolar Txai, que não se conformava em ter que voltar para o Rio. Ele tinha adorado a cultura indígena, e Uã o índiozinho que fez amizade. Marina enquanto consolava o filho, relembrava momento bons e refletiu sobre o uso controlado do seu tempo.
Ekoaboka significa mudar, transformar, e isso foi o que aconteceu com cada personagem da história. Cada um leva uma experiência da viagem pra sua vida.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Influência indígena



Após a leitura do livro ''Índios no Brasil'', percebi que as palavras antigamente eram muito diferentes do nosso português atual, por exemplo, kugnatim significa menina. Os alimentos principalmente, os mais citados foram: jirijum, a nossa abobora, pipoca a espécie de milho, pamonha (ver de pomonga: pegajoso) é um dos cremes que mais adoro, o de milho, pacova é uma das minhas frutas preferidas, a banana, míndeboi é o amendoim. Descobri que o sol era chamo de Coaraci e lua de jaci. Os índios se defendiam com uyba, no nosso português flecha. Tocavam membi, o instrumento flauta.
Conclui que a língua é o produto final de muitos séculos de histórias, e que ao passar do tempo, surgiram novas palavras.


Carta: O recurso mais precioso


São Bernardo do Campo, 29 de abril de 2013.

Querido Léo,

Como você está? Sinto sua falta na escola. Hoje na aula de ciências aprendemos mais sobre o recurso precioso que é a nossa água. Lembrei-me do trabalho que fizemos na quarta série, com a professora Francisca. Que saudades daquele tempo!
Eu e meus amigos novos, Nicolas, João Pedro e Bianca, criamos um projeto chamado ‘’ Por um mundo melhor’’. Estamos criando panfletos e entregando nas ruas para as pessoas. Criamos também um blog na internet, já temos vários acessos.
Nosso maior objetivo é conscientizar o mundo que a água é um recurso precioso.
Temos medo que as pessoas só dêem valor à água quando ela acabar, e infelizmente isso está quase acontecendo.
Na quarta feira, 08 de maio vamos fazer uma brincadeira recreativa com as crianças, afinal elas são os futuros do mundo, por isso devem saber a importância da água.
Queremos transmitir para elas e outras pessoas que a água é fundamental no nosso dia-dia. Caso não tivesse água no mundo como iriamos tomar banho? Como iriamos nos alimentar? Como iriamos nos nutrir? Como iriamos manter nossos automóveis e outras coisas limpas?
Sugerimos para nossos colegas de classe, que eles utilizassem a água com moderação, e depois iriam contar experiências. Como por exemplo, lavar os automóveis com baldes d’água, tomar banho em até cinco minutos, ensaboasse a louça e escovassem os dentes com a torneira desligada.
Afinal, se cada um fizer a sua parte, nosso mundo pode ficar bem melhor.
Eu e minha família já começamos a moderar no uso da água e os resultados foram muito bons. A conta de água veio 5% menor do que o dos meses anteriores.
Espero que todos possam colaborar para um mundo melhor, e que tenhamos ótimos resultados.
Estou muito animada para o meu projeto, e preocupada com a quantidade de água de há no mundo, é assustador!
Caso meu blog chega a 5.000 mil acessos, iremos fazer uma festa para comemorar. Mandarei convite for realizada.
Conte-me sobre seus projetos, estou curiosa para saber!

Beijos, 
Giovanna.

''Um apólogo''- Machado de Assis



O conto relata uma discussão entre a agulha e um novelo de linha. Um fica falando para o outro quais são suas funções e dizendo que um era melhor que o outro.
A agulha diz que a linha esta cheia de si em razão alguma. A linha solicita que ela a deixe em paz e a agulha responde que falaria quando quisesse. A linha lembra que a linha não tem cabeça. Quando a agulha diz que ela é muito mais importante porque ela vai abrindo caminho, a linha responde que os batedores do Imperador também vão à frente e, portanto não são importantes. A agulha se sente de estar sempre entre os dedos da costureira e a linha lembra que terminado o trabalho a agulha vai para a caixa de costura enquanto ela, a linha, irá para o baile com o lindo vestido e sua dona.
O alfinete parece querer consolar a agulha e lhe diz que ele não abre caminho e onde o colocam permanece. O autor finaliza deixando uma lição de moral: ‘’ Contei esta história a um professor de melancolia que então me disse, abanando a cabeça: Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária. ’’


Leia o conto completo aqui

''A volta por cima''




No calor do meio-dia, o sol ardia os miolos de Pedro. Em seu caminho, a terra era seca, e as aves já não existiam.
Ele estava louco para encontrar uma sombra e se refrescar do sol quente. Mas, assim que ultrapassou as dunas viu que havia um longo caminho a andar ainda. Pedro começou a passar mal, resolveu então se sentar. Ele acabou caindo no sono. Ao acordar assustado, ele olha de um lado para o outro e percebe que o lugar estava vazio. Ele se levanta e começa a andar. Sem rumo, ele anda a procura de água e alimento.
Ele encontra uma lanchonete com apenas três clientes. Ele explica para o dono que ele estava perdido e sem dinheiro. O dono da lanchonete lamenta e manda Pedro embora.
Um garoto de cinco anos de idade que estava sentado na lanchonete com sua mãe, ouve a conversa de Pedro com o dono na lanchonete. Então se levanta, levando com ele seu copo de suco, o garoto segue em direção do Pedro e oferece. Após ele ter aceitado o suco, o garoto diz:
- Senhor, se a vida te der um limão, faça dela uma limonada! 
Pedro agradece e segue a diante.
A paisagem começa a mudar, praias lindas vão surgindo e pessoas chegando.
Pedro cai na areia, percebe que havia tropeçado em alguma coisa. Então procura, e vê que era moedas. Ele começa a recolher elas. Ao final, havia cinco reais em moedas de cinquenta. Com esse dinheiro ele se alimentou, tomou banhou de mar e se sentou na areia.
Enquanto Pedro estava sentado na areia, ele ficou refletindo sobre o que o garotinho da lanchonete havia dito para ele.
Foi então que começou a brincar com a areia e percebeu  seu talento. Após três anos, ele havia virado a atração da praia com suas maravilhosas esculturas na areia. A mais bonita e conhecida era a de João, o garotinho da lanchonete.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O paraíso



Em uma bela manhã de sol, eu e minha amiga Bianca saímos de casa em destino ao parque central da cidade.
Ao sairmos de casa, percebemos o quanto a cidade estava movimentada, e o quanto as pessoas estavam estressadas.
Fomos para o ponto de ônibus, e rapidamente ele chegou, para nossa surpresa.
No percurso do caminho, percebemos que ele não estava indo em direção do parque.
Quando iriamos perguntar ao motorista onde ele estava indo, ele atravessou uma parede azul, com a maior facilidade e sem nenhum dano no ônibus e na parede.
Nossos olhos brilhavam ao ver o lugar que estávamos. Um lugar florido, de sol, pessoas bem vestidas, com elegância e educação. Um lugar sem pessoas preconceituosas. Era um verdadeiro paraíso.
Sem entender nada, eu e Bianca andávamos pela cidade. Queríamos compartilhar com nossas outras amigas aquele momento, mas nossos celulares havia se transformado em uma barra de chocolate e nossas maquiagens também.
Enquanto caminhávamos, quatro meninas nos rodearam e começaram a trançar nossos cabelos com violetas cheirosas e lindas. Elas haviam nos convidado para conhecer aquele pequena cidade, mas bonita de se ver.
Infelizmente, tudo era um sonho. Acordo após uma passageira sentar ao meu lado no ônibus, com milhares de sacolas, quase fazendo nos desaparecer no meio de tanta compra. Então pergunto ao motorista se tem como ele me levar para o paraíso, ele rindo, respondeu dizendo que só nos meus sonhos.

''Natal na barca''- Lygia Fagundes



                Uma moça sozinha estava em uma barca que ao redor era silenciosa e cheio de trevas. Na embarcação desconfortável havia apenas quatro passageiros.
                Um dos passageiros era uma mulher, que puxou assunto após responder sobre a água ser gelada. A mãe relata que morava ali perto, que estava levando seu filho ao médico. Seu marido havia lhe abandonado, e então foi morar com sua mãe, perto da escolinha. E que fazia um ano que seu filho havia morrido, após pular do muro dizendo que iria voar. A mãe conta que não acreditava na morte do filho, então sentou no banco onde o filho adorava brincar. Acabou caindo no sono, e nele sonhou com seu filho, que parou de brincar com um garoto no Paraíso para ir abraçar a mãe. Sonhou também que Deus estendia sua mão para ela. A mulher despertou com sol no rosto, e acordou feliz em saber que Deus estava com ela.
                A moça que ouvia a história da mãe fica surpresa com a força que aquela mulher tinha. A mãe diz que era assim pelo fato dela ter fé em Deus e saber que Ele nunca a abandonaria.
                A barca chega a seu destino, e então o filho que estava dormindo, acorda com um sorriso no rosto e deseja um feliz para as pessoas.




quarta-feira, 24 de abril de 2013

''Venha ver o pôr-do-sol''- Lygia Fagundes




Ricardo nunca se conformou com o fim do relacionamento com Raquel quando jovens. Ela trocou-o por um homem mais velho e rico.
Ele então a convidou para um encontro, um último pôr-do-sol, num cemitério abandonado de um vilarejo.  Com o chão sem condições de passar carro, fez com que a moça descesse do táxi e andasse metros a pé.
Ele não entendia porque do medo da moça, ele dizia que não havia problemas, e lhe conta uma história de sua prima, apaixonada por ele, que ela o amou, e ele não, a prima veio a falecer com quinze anos.
O ódio consome Ricardo após Raquel dizer que agora ela tinha um namorado rico, e que fazia todas as suas vontades.  Eles foram visitar o túmulo da falecida, ele pede para ela ficasse observando o quando a prima era bonita, compara as duas, para logo depois irem embora.
A moça entra em uma capelinha e se arrepia toda. O lugar era escuro, mas ela acende um fósforo, alimentando ainda mais o ódio de Ricardo.
Com a ajuda do fósforo aceso, ela lê a inscrição no túmulo da prima e faz contas matemática com as informações sobre a falecida. Ela olhou para trás e viu Ricardo com as chaves do túmulo na mão e rindo. Ele fechou as portas. Ela gritou enquanto ele chacoalha as chaves e gritava vai embora. Ela ficou desesperada.
Raquel ficou gritando, enquanto Ricardo fechou o portão. Ninguém mais a ouviu.


'' As cerejas''- Lygia Fagundes




Tia Olívia estava chegando, então Júlia se apressava para organizar a casa junto de sua madrinha. E a cozinheira Dionísia preparava receitas.
A visita chegou, e via-se que ela era uma mulher elegante, vaidosa e bem vestida, ela estava com um decote enorme e um colar de cerejas. Junto com a Tia Olívia veio Marcelo, e em um dia de chuva, aos verem os dois com corpos entrelaçados, a menina se assusta, chora e chega a ficar doente.
Marcelo foi embora sem se despedir, e dois dias depois a Tia também foi, deixando de lembrança as cerejas para sua sobrinha havia ficado encantada, pois era a primeira vez que via cerejas, sem ser em papel.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Biografia de Lygia Fagundes Telles





Lygia Fagundes Telles nasceu em São Paulo, no dia 19 de abril de 1923. Filha de Durval de Azevedo Fagundes, advogado, passou sua infância em várias cidades do interior, onde seu pai era promotor. Sua mãe, Maria do Rosário Silva Jardim de Moura era pianista.
Na adolescência começou a ter interesse por literatura. Aos 15 anos de idade publicou seu primeiro livro, "Porão e Sobrado". Formou-se me Direito e Educação Física, na Universidade de São Paulo, porém, seu interesse maior era mesmo a literatura.
Em 1944 teve sua estreia oficial na literatura, com o volume de contos ‘’ Praia Viva’’.
Casou-se com o jurista Goffredo Telles Júnior, com que teve apenas um filho. Ela se divorciou e casou novamente, agora com um ensaísta e crítico de cinema Paulo Emílio Salles Gomes
 Lygia venceu vários prêmios, o Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras em 1949 se destaca e em 1958 ganhou o Prêmio do Instituto Nacional do Livro.

Obras de Lygia Fagundes Telles
·         Porão e Sobrado, contos, 1938
·         Praia Viva, contos, 1944
·         O Cacto Vermelho, contos, 1949
·         Ciranda de Pedra, romance, 1954
·         Histórias do Desencontro, contos, 1958
·         Verão no Aquário, romance, 1964
·         Histórias Escolhidas, contos, 1964
·         O Jardim Selvagem, contos, 1965
·         Antes do Baile Verde, contos, 1970
·         As Meninas, romance, 1973
·         Seminário dos Ratos, contos, 1977
·         Filhos Prodígios, contos, 1978
·         A Disciplina do Amor, contos, 1980
·         Mistérios, contos, 1981
·         Venha Ver o Por do Sol e Outros Contos, 1987
·         As Horas Nuas, romance, 1989
·         A Noite Escura e Mais Eu, contos, 1995
·         Biruta, contos, 2004
·         Histórias de Mistérios, contos, 2004
·         Conspiração de Nuvens, contos, 2007
·         Passaporte para a China, contos, 2011

.

'' Felicidade Clandestina''- Clarice Lispector




Uma garota apaixonada por livros tinha uma colega na escola que era filha do dono de uma livraria, mas infelizmente a garota era egoísta e malvada.
A colega disse que iria emprestar o livro ‘’ A reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato, e que era apenas preciso ela passar em sua casa.
Todos os dias a garota ia até a casa da colega, mas ele sempre tinha um desculpa, e o livro nunca era emprestado. Uma delas era ‘’ Já emprestei o livro para outra pessoa, volte amanhã novamente. ’’
A esposa do dono da livraria estranhou a ida da garota todos os dias em sua casa, então perguntou o que estava acontecendo. Após saber o motivo ela disse que a garota havia mentido e que o livro nunca tinha saído de sua casa.
Diferente da menina egoísta, a mulher emprestou o livro para a garota e disse que poderia ficar com o livro o tempo que precisasse.
A garota ficou extremamente feliz, olhava o livro por horas e horas, li algumas páginas e depois parava. A partir do momento em que pegou o livro dizia que ‘’ não era uma menina com livro e sim uma mulher com diamante. ’’
  


segunda-feira, 22 de abril de 2013

'' O Búfalo''- Clarice Lispector



Uma mulher rejeitada por seu amado resolveu ir ao zoológico para tentar encontrar o ódio nos animais.  Mas, encontrou ao contrário. Os animais demostraram atitudes amorosas, ao invés do seu desejo.

Na busca pelo ódio, ela encontrar amor nos leões, na girafa no macaco e no camelo.

Então encontrou um búfalo andando com seus quadris estreitos, seu pescoço grosso, sua grande cabeça com chifres, duro músculo do corpo. Ela o olhou e logo desviou o olhar com o seu coração acelerado, pois a mulher percebeu que o animal a olhava.

A mulher começou a provocá-lo, tacando pedras e gritando. Havia nascido dentro dela o ódio, e depois o búfalo começou a encarar ela, que disse ao cujo grande crime impunível era de não querê: ‘’ Eu te amo’’.  “Eu te odeio, disse implorando amor ao búfalo.” 

            
Ficou espantada com o olhar do búfalo, mas estava "presa" ali. Antes de seu corpo cair no chão, viu apenas o céu e o búfalo.