Ricardo nunca se conformou
com o fim do relacionamento com Raquel quando jovens. Ela trocou-o por um homem
mais velho e rico.
Ele então a convidou para um
encontro, um último pôr-do-sol, num cemitério abandonado de um vilarejo. Com o chão sem condições de passar carro, fez
com que a moça descesse do táxi e andasse metros a pé.
Ele não entendia porque do
medo da moça, ele dizia que não havia problemas, e lhe conta uma história de
sua prima, apaixonada por ele, que ela o amou, e ele não, a prima veio a
falecer com quinze anos.
O ódio consome Ricardo após
Raquel dizer que agora ela tinha um namorado rico, e que fazia todas as suas
vontades. Eles foram visitar o túmulo da
falecida, ele pede para ela ficasse observando o quando a prima era bonita,
compara as duas, para logo depois irem embora.
A moça entra em uma
capelinha e se arrepia toda. O lugar era escuro, mas ela acende um fósforo,
alimentando ainda mais o ódio de Ricardo.
Com a ajuda do fósforo
aceso, ela lê a inscrição no túmulo da prima e faz contas matemática com as
informações sobre a falecida. Ela olhou para trás e viu Ricardo com as chaves
do túmulo na mão e rindo. Ele fechou as portas. Ela gritou enquanto ele
chacoalha as chaves e gritava vai embora. Ela ficou desesperada.
Raquel ficou gritando, enquanto Ricardo fechou o
portão. Ninguém mais a ouviu.

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