O conto relata uma discussão
entre a agulha e um novelo de linha. Um fica falando para o outro quais são
suas funções e dizendo que um era melhor que o outro.
A agulha diz que a linha
esta cheia de si em razão alguma. A linha solicita que ela a deixe em paz e a
agulha responde que falaria quando quisesse. A linha lembra que a linha não tem
cabeça. Quando a agulha diz que ela é muito mais importante porque ela vai
abrindo caminho, a linha responde que os batedores do Imperador também vão à
frente e, portanto não são importantes. A agulha se sente de estar sempre entre
os dedos da costureira e a linha lembra que terminado o trabalho a agulha vai
para a caixa de costura enquanto ela, a linha, irá para o baile com o lindo
vestido e sua dona.
O alfinete parece querer
consolar a agulha e lhe diz que ele não abre caminho e onde o colocam
permanece. O autor finaliza deixando uma lição de moral: ‘’ Contei esta
história a um professor de melancolia que então me disse, abanando a cabeça:
Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária. ’’
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