É
perguntando para Clarice Lispector, qual a origem de seu sobrenome. E ela
responde que vem do latino, e que seu havia dito que vinha de gerações passadas
na Ucrânia.
Por causa
de sua saída do Brasil e de seu casamento com um diplomata brasileiro, Clarice
conta que não conheceu Sérgio Milliet.
A
escritora diz ao entrevistador, que seu pai trabalhava em uma representação de
firmas. Mas, na verdade dava era coisas do espírito.
Clarice
conta à surpresa que teve recentemente. Sua mãe escrevia, mas não
publicava.
Como
soube há pouco tempo, não os leu. Uma de suas irmãs escrevia romance e a outros
livros técnicos.
Antes dos
07 anos, ela já fabulava, inventava história que não acabavam nunca. Clarice
foi uma adolescente caótica e intensa, inteiramente fora da realidade.
Ela nunca
assumiu ser escritora, porque dizia que ela não era uma profissional, escrevia
quando queria.
Clarice
publicou o livro infantil que havia feito a pedido de seu filho de 06 anos.
Foram publicados 03 livros infantis.
A
escritora achava mais fácil se comunicar com as crianças, pelo fato dela ser
maternal.
Ela não
se considerava uma escritora popular, porque a chamavam de hermética.
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